quinta-feira, 31 de maio de 2012

Kiara - parte 2

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Então, lembram deste post aqui?

Pois é. Hoje eu cheguei em casa e Kiki estava deitada na cama da Luana, toda amuadinha. Quando cheguei perto percebi que ela tremia. Eu não sei dizer se era de febre ou de dor.
Fui pegar ela no colo e ela gemeu de dor. Perguntei para a Lu se ela havia passado o dia assim, e ela disse que sim.
Levei ela no colo para fazer as necessidades dela e ela não se aguentava em pé. Tive que segurar para ela fazer xixi e numero 2.
Liguei para a veterinária, e ela passou um remédio para dor, quase que comparado a morfina, para dor muito severa, muito utilizado por quem faz cirurgias de câncer, uso humano e veterinário.

Fomos parar na clinica as 22h e não esperamos o fim do tratamento para depois fazer os exames. Mesmo tomando medicação ela estava com febre e isso é sinal de infecção severa. Fizemos a coleta de sangue na hora, ficará pronto sábado, e, só com ele saberemos se ela PODE operar. O caso é cirúrgico, mas depende do grau da infecção.

Bem, na verdade isso tudo é para 2 coisas:
1, desabafar mesmo.
2, pedir que vocês orem para que a Kiki fique boa logo, e volte a ser minha cachorrinha mais quietinha, doce, meiga e espoleta, que sempre foi.

Beijos... volto com notícias

A melhor coisa que não me aconteceu

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"Antes do ator Daniel Craig ser confirmado como o primeiro James Bond loiro do cinema, em 2006, havia uma onda de boatos que prenunciava Clive Owen no papel. Lendo uma entrevista com Owen, ele disse que essa foi a melhor coisa que nunca lhe aconteceu, pois quanto mais ele negava a informação, mais se falava sobre ele. É uma maneira de se divertir com o destino, mas a frase que ele usou é tão boa que deixemos o bonitão pra lá e vamos adiante: qual foi a melhor coisa que nunca lhe aconteceu?

Comigo, acho que foi aos 14 anos de idade. Eu iria para a Disney com a família e alguns primos. Estava ansiosa pela viagem, quase não dormia à noite. Seria minha primeira vez no Exterior, um acontecimento. No entanto, uns 10 dias antes de embarcar, o governo estabeleceu um tal imposto compulsório que tornou a viagem proibitiva. Fim de sonho: não haveria grana para bancar a aventura. Os passaportes novinhos em folha foram para o fundo da gaveta e eu passei mais algumas noites sem dormir, só que dessa vez de tristeza.

Era julho e minhas férias escolares se resumiriam a ficar em casa. Porém, haveria uma excursão do colégio para a Bahia, e muitas de minhas colegas de aula iriam. Pensei: nada mal como prêmio de consolação, trocar o Mickey pelo Pelourinho. O preço era uma merreca se comparada a uma viagem aos States. De ônibus até Salvador, imperdível! Virei, mexi, implorei, consegui a última vaga e fui. Resultado: voltei com meia-dúzia de amizades tão fortalecidas que, até hoje, somos como irmãs. Tenho certeza de que se eu não houvesse viajado com elas, eu jamais teria entrado para o grupo a que pertenço com orgulho até hoje. A Disney foi a melhor coisa que nunca me aconteceu.

Fico imaginando as histórias que podem não ter acontecido com você. Namorar uma pessoa por oito anos e romper dias antes de subir ao altar: não ter casado pode ter sido a melhor coisa que nunca lhe aconteceu, vá saber o que o destino lhe ofereceu em troca. Ou você não ter passado num concurso. Nunca ter recebido a ligação que tanto esperava. Nunca ter recuperado um objeto perdido que o deixava preso a lembranças paralisantes. Ter ficado com fama de ter sido o grande amor de uma modelo espetacular: na verdade, ela nunca olhou pra você, mas um mal-entendido fez com que muitos acreditassem na lenda e até hoje você recebe os dividendos: foi a melhor coisa que nunca lhe aconteceu.

É uma visão generosa da vida: imaginar que os não-acontecimentos fizeram diferença, que você está onde está não só por causa das escolhas que fez, mas também pelas especulações que nunca se confirmaram. Ao manter esse caráter desestressado, eliminamos a palavra derrota do nosso vocabulário e a alma fica mais aliviada, o que não é pouca coisa nesse mundo em que tanta gente parece pesar toneladas devido ao mau-humor e ao pessimismo. Cá entre nós, viajar de Porto Alegre até Salvador de ônibus para passar três dias e voltar, e achar isso uma beleza, é a prova de que ter o espírito aberto funciona."

Martha Medeiros

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Coisas de mãe ou como somos bobas com os filhos para sempre

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Meu bebê, cheia de graça! hehehe
Cada dia que passa, vejo mais e mais de mim na Luana.
Não na altura, pois ela está mais de um palmo maior que eu, nem nos olhos azuis, mas no sarcasmo.
E muitas vezes eu morro de rir com os comentários dela, seja por achar engraçado, por achar o raciocínio rápido, ou por me ver neles, rs.

Engraçado como filho é nosso espelho né?

E vira e mexe me dá vontade de vir aqui e postar "as gracinhas do meu bebê" mas eu acabo me esquecendo mesmo afinal eu tive três meningites, já ando e falo, dá um desconto.

Hoje, voltando da aula particular de matemática:

Episódio 1:
Eu: (sobre o livro que ela leu e que eu estou lendo) - Luana, estou na página 50, cheguei na parte que os pais da menina morta vão no hotel com a Tia. Já descobri, foi a tia quem matou a menina, não foi?
Luana: - Mãe, eu passei metade do livro achando que foi o pai, outra parte achando que foi o irmão. E você descobre assim, no início do livro? Que coisa mais sem graça! Se faz de burrinha pra ter mais emoção!

Episódio 2:
Eu olhei para o chão e vi um bolinho de papel. Abaixei, peguei e era uma nota fiscal de mercado, enrolada em R$40,00. Olhei para os lados, ninguém. Olhei para ela e disse: - Aí, quer lanchar? (coisa que já íamos fazer mesmo, rs).
Luana: - Caraca mamãe, só porque veio fácil não tem que ir fácil né?

Episódio 3:
Havia um mendigo na rua. Mas daqueles BEM sujo, rasgado, moribundo, cabelo e barba se unindo numa só coisa. O mendigo bate o dedo nos pulsos, querendo saber a hora. Um rapaz que passa responde as horas.
Alguns metros depois, Luana diz: - Mas pramódequê que o mendigo quer saber as horas? Tem compromisso?

Bom dia para vocês!

terça-feira, 29 de maio de 2012

Enquanto isso, no trabalho...

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É isso ai!

Boa semana!

Hoje eu sei

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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Dicas do lar, hehehe

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Meninas, todos os dias quando vou colocar a roupa na máquina, penso: tenho que postar isso lá, mas acabo esquecendo, rs.
É o seguinte, outro dia, nessas minhas andanças pelos blogs, vi uma dica sobre amaciantes de roupas. Eu não me lembro em que blog que vi, pois adoraria voltar e dizer que adorei a dica (tão bom ter um feedback dessas coisas, né?). eu SEMPRE testo dicas de blog! Juro! Assim, dica mesmo, daquela que a pessoa usou e achou mesmo bacana e quer dividir, não post pago, rs. *Eu tb anoto receitas, mas como ando de dieta, anoto e guardo, rs.*

O fato é que li sobre essa amaciante ai da foto, e quando fui ao mercado, e bati o olho nele, lembrei logo do post. Apesar do meu "apego" pelo Confort, resolvi testar, e olha, não me arrependi.

Ele é mais barato, o que me deu uma certa resistência, rs. Comprei exatamente esse cheirinho aí do lado, que gravei foi a cor, não o nome. Gente, meia tampa realmente amacia uma máquina cheia, e a roupa fica super cheirosa! Estou na minha segunda embalagem, de tão aprovado.

E você, tem alguma dica para passar?
Beijos


 

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